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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Usar a Violência não é Solução.




A violência no mundo tem crescido e se manifestado de muitas formas. As novas tecnologias que são usadas a serviço do bem, são utilizadas também para a prática do crime. A rapidez que existe para aproximar as pessoas com as novas tecnologias na comunicação, também serve, para o pratica da maldade.
Numa onda crescente de competição e de poder, também pela violência, a nações investem nas armas na tentativa de se protegerem enfrentando e destruindo as outras nações. Foi assim que aconteceram as grandes guerras mundiais. Também é por isso que entre países e nações as guerras continuam ate com ou por motivações religiosas. Também, além da finalidade do confronto entre povos está também a questão de investimentos financeiros para uma falsa sensação de que aquela nação está segura e protegida diante da outra.
Diante da realidade que vivemos hoje onde a violência não só existe, mas é difundida e incentivada, por incrível que pareça, precisamos buscar alguns exemplos de figuras que nos ajudem a repensar as nossas relações a partir de outras concepções.
Todos nós já ouvimos falar em uma figura chamada Mohandas Karamchand Ghandi que foi um líder espiritual e pacifista indiano. Nasceu na cidade indiana de Bombaim, no ano de 1869. Sua grande preocupação e bandeira foi a não violência. Como nós dizemos no popular que quando um não quer dois não brigam. O que acontece é que isso não se efetiva na pratica. Lamentavelmente somos educados para uma cultura violenta e geradora de mais violência. O líder Ghandi conseguiu se tornar conhecido para o mundo e para a história pela sua pratica de vida a partir da libertação da Índia em 15 de agosto de 1947, aquela nação de libertou do imperialismo inglês.
Devemos pensar com urgência em que consiste a não violência. Ela parece ser um entre outras soluções para uma cultura da paz a favor da vida. Assim pensava Ghandi quando lhe perguntavam em que consistia a não violência: “O que quer que façam conosco, não iremos atacar ninguém nem matar ninguém; estou pedindo que vocês lutem; que lutem contra o ódio deles (do governo inglês), não para provocá-lo. Nós não vamos desferir socos, mas tolerá-los, e através do nosso sofrimento faremos com que vejam suas próprias injustiças e isso irá feri-los, como todas as lutas ferem, mas não podemos perder, não podemos... Eles poderão torturar meu corpo, quebrar meus ossos, até me matar, então terão meu corpo inerte, mas não a minha obediência». Pesquisa Online.
Nestas palavras estão concentradas as ações de uma pratica não violenta. Não significa ser inerte, mas manter uma postura de luta diferente pela resistência e pela firmeza que envergonha o que usa da violência e da força.
A violência que se estende cada vez mais pelo mundo a fora tem a sua fundamentação na utilização das armas: através delas eu me sinto seguro e capaz de destruir o inimigo. Dentro desse contexto está a discussão sobre o porte de armas que volta a ser discutido e defendido em nome da segurança dos profissionais dos estados, na área de segurança. Esta discussão está para acontecer no CONASP (Conselho Nacional de Segurança Publica) em breve.
Não restam dúvidas que quanto mais cresce o numero de armas mais expostos estaremos toda raça humana a uma pratica interminável marcada pela violência. A arma possui uma única finalidade: a destruição da outra pessoa e também a de quem faz uso dela. Esta é a opinião de especialistas que cuidam da segurança pública.


pebosco@yahoo.com.br

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