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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Deus não abandona quem peca.


Temos uma tentação muito grande para condenar e excluir as pessoas que erram.
Parece que a única solução é afastá-las da comunidade. É claro que como Jesus não se pode jamais aceitar o pecado, mas a pessoa que peca deve ser acolhida, ajudada e compreendida, para que mude e se salve.
Uma situação muito comum é julgar a pessoa sempre pelo seu passado, como se a pessoa fosse sempre a mesma. Esta mentalidade é muito falha e preconceituosa pelo fato de não se acreditar na conversão e na graça de Deus. Nenhuma pessoa será a mesma, sempre, nem biologicamente nem espiritualmente. Se ajudada e compreendida ela é capaz de crescer.
Ainda é muito grave pensarmos que as deficiências são resultado dos castigos de Deus por causa dos pecados. Quem pecou, ele ou os pais? É a pergunta dos apóstolos diante do cego de nascença (João 9, 1-41).Esta concepção sobre o Deus que castiga e condena é a mais grave que temos. Culpamos a Deus pelos males que são nossos e consequência dos nossos hábitos. Saber que Deus realmente não abandona os pecadores é uma das mais importantes notícias da pratica de Jesus. Jesus acolhe, perdoa e pede a conversão. (Mateus 11,14).
Como a comunidade tem procedido com os que erram? Muitas pessoas consideradas pecadoras, muitas vezes não chegam às nossas comunidades pelo fato de se sentirem julgadas, o que nunca deveríamos fazer. Jesus ensina a forma de proceder da comunidade diante das falhas humanas.
Um dos grandes males do nosso tempo é a punição sem o perdão e o acolhimento.

Vejamos a pedagogia sugerida por Jesus. (Mateus 18,15-18).
Temos ajudado ou falado mal das situações de pecados?

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